Inteligência Coletiva: comunicação, capitalismo cognitivo e micropolítica
Artigo publicado na Revista Famecos procura discutir as formas de produção de subjetividade no capitalismo cognitivo contemporâneo. Os processos de colaboração estão presentes por toda a parte em nossa sociedade. Na esfera da comunicação as redes digitais popularizaram as ações colaborativas, sendo o fenômeno das comunidades virtuais seu fato mais marcante. Já no âmbito do trabalho imaterial, vamos encontrar um forte apelo às redes de colaboração, que tornou-se um refrão ecoando por todo o mundo organizacional. Há mais de uma década o conceito de inteligência coletiva passou a ser sinônimo dessa noção de colaboração, tanto na comunicação quanto no campo do trabalho. Mas será que o conceito se esgota aí? O presente artigo resulta de uma reflexão sobre essas dimensões do conceito de inteligência coletiva e da abertura a uma nova dimensão, a micropolítica, onde ele passa a ser entendido como resistência aos processos de alienação do capitalismo cognitivo.
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